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Mostrando postagens de Agosto, 2009

Java e a Nuvem - Parte 1

Influenciado pelas minhas últimas atividades no SPC Brasil e também estimulado pelo excelente post a respeito de algumas novas tendências tecnológicas enterprise do globalcoder Bene, gostaria de iniciar uma série de posts especificamente sobre de Java e "computação de nuvem". Nesse post vou introduzir alguns conceitos para que depois possamos explorar capacidades e tecnologias em Java(e relacionadas) que possibilitam maior escalabilidade, performance e confiabilidade em suas apps enterprise, fornecendo uma melhor experiência para o usuário final. Mas afinal, o que é "computação em nuvem"(cloud computing)? Basicamente são serviços disponibilizados e consumidos através da internet(ou outra grande rede) que necessitam de uma infraestrutura capaz de escalar elasticamente(alocando e desalocando recursos de forma apropriada dentro de um padrão) de modo a atender uma alta demanda de uso. Então o maior exemplo de computação em nuvem existente é a própria internet e seus

BUG no JDK da SUN

Todos conhecem os métodos print e println da classe PrintStream, pois já devem ter utilizado as instruções System.out.print ou System.out.println para imprimir alguma mensagem no console. Pense rápido: O que acontece se passarmos um parâmetro nulo no método println? System. out .println( null ); Ocorre um erro de compilação. Mas vamos mudar a pergunta. O que acontece se passarmos uma referência nula no parâmetro do método println? String str = null ; System. out .println(str); Compila e imprime a String "null", pois o método println chama o método print, que por sua vez valida se a referência é nula, e caso seja, inicializa o valor com o texto "null", veja abaixo a sequência dos métodos: public void println(String x) { synchronized ( this ) { print(x); newLine(); } } public void print(String s) { if (s == null ) { s = "null" ; } write(s); } Mas o que acontece se passarmos qualquer outro objeto no parâmetro do método println?

Facelets uma forma mais ágil para construção de telas – Parte I

A construção de telas ou camada de apresentação em um sistema MVC seja web ou desktop é uma tarefa complexa e de extrema importância. Nesse post vou comentar e mostrar algum exemplo do Facelets como solução para os desafios existentes nessa etapa especificamente para web. Com a web cada vez mais presente em nosso dia-a-dia, um fato é que com isso nossos usuários tornam-se mais exigentes em relação a usabilidade, agilidade, performance ou de uma forma bem resumida “o usuário espera uma navegação simples e agradável aonde uma determinado tarefa possa ser concluída em poucos passos e em um curto espaço de tempo”. Atender as expectativas em relação ao que o usuário espera com o que realmente ele precisa, definir uma estrutura flexível a mudanças sem engessar o desenvolvimento, acessibilidade, portabilidade em múltiplos navegadores, tudo isso e muito mais, num prazo que quase sempre é apertado. Um outro ponto fundamental é manter o time motivado e produtivo em um ambiente que favoreça a

Tendências: NoSQL

Muitos de nós já fomos testemunhas e presenciamos tendências tecnológicas virem com intensidade e se dispersarem tão rapidamente como surgiram. Há alguns anos acompanho a popularização e a adesão de padrões de infraestruras e plataformas para suportar aplicações web. A decisão de usar uma ou outra solução é com freqüência respaldada por casos de sucessos. Notadamente é considerável o peso dado ao que a start-up de sucesso do momento está utilizando. Tais decisões levam a uma reação em cadeia que direciona o mercado de desenvolvimento de software de uma maneira bem significativa. Uns dos mais populares stacks de hoje tem uma abreviação peculiar: LAMP. Esta combinação de letras são, na verdade, atalhos para os mais famosos projetos open source que se tem conhecimento: Linux, Apache (servidor HTTP) e MySQL. A última letra desta seqüência merece um destaque pela sua ambigüidade pois pode simbolizar a inicial de uma entre as mais populares linguagens script ( Python , PHP e Perl ).

Design Patterns - Será que preciso aprender?

O termo Design Patterns (padrões de projeto) foi criado originalmente pelo engenheiro Christopher Alexander para documentar as soluções de projeto comumente utilizados na construção civil. Mais tarde, o termo passou a ser utilizado na área de informática como forma de descrever soluções para problemas encontrados no projeto de software orientado a objetos. Com o surgimento dos frameworks mais modernos como JBoss Seam , Spring , entre outros, muito se tem discutido a respeito da importância dos Design Patterns . Na época em que o programador escrevia grande parte do código de controle das aplicações, padrões como Singleton, Façade, DAO, Chain of Responsability, Command, entre outros, eram frequentemente utilizados para criar os pontos de extensão da aplicação, por onde novas funcionalidades podiam ser criadas sem a necessidade de mudanças drásticas no código existente. Como atualmente a maioria das aplicações é construída sobre um framework, muitos desses padrões já estão incorporado

Site da Globalcode: Design e integração com JSF, Facelets, RichFaces e JBossSeam

O site da Globalcode foi criado por uma agência e depois desenvolvido internamente, utilizando algumas das nossas tecnologias preferidas: - JavaServer Faces - Facelets - RichFaces - JPA - JBoss Seam (que não poderia faltar na nossa arquitetura). O site é abastecido com informações do sistema de gestão educacional, o GES ( Global Education System ). Na prática isto quer dizer que as turmas, o conteúdo dos cursos, o Orçamento Eletrônico , matrícula eletrônica em minicursos gratuitos, páginas Unidades Globalcode , tudo vem do GES. Ou seja, estes dados são alterados automaticamente quando alteramos os dados no GES e não precisa passar nas mãos de ninguém da área de TI. E o pessoal de vendas e negócios adora ficar livre do pessoal da TI. A utilização de Facelets gerou muitos benefícios e facilidades, e agora até o André Frota , que era mais designer que programador fica aflito para eliminar uma ou outra página 100% HTML, que não usa Facelets. Além dos muitos novos requisitos

Arduino + Sun Spot + Controle Remoto

Finalizamos nesta semana um incrível projeto de integração do Sun Spot com Arduino. Costumo dizer que o Sun Spot é o primo rico do Arduino e como não conseguimos encontrar acelerômetros em estoque nas lojas dos Estados Unidos, acabamos por topar o desafio de fazer o Arduino pegar os dados do acelerometro do Sun Spot, um tipo de "mashup" de hardware, ou no clássico termo: um hacking. Para ter uma "implementação de referência" de uso do Sun Spot com Arduino, pegamos um controle de remoto infravermelho de um bicho bem esquisito que trouxemos da Maker Faire: o Mechamo. O resultado esta no vídeo abaixo onde controlamos esta aranha usando o acelerômetro do Sun Spot: Com o mesmo conceito você pode usar qualquer recurso do Sun Spot no Arduino e vice-versa. Vamos avançar agora transformando o código em bibliotecas para o Arduino com C++ e Jars para o Sun Spot. O projeto contou com inúmeras colaborações do Paulos Carlos Ferreira dos Santos e Benedicto Franco Junior. Doi

Anotações, Áudio e Video sobre Robótica na Globalcode

No último Casual Class realizado na Globalcode no dia 24 de julho, pedi a Ana Abrantes que usasse a caneta mágica que roda Java para registrar todo o evento. Agora fiz o upload do áudio e do conteúdo anotado por ela. Abaixo está o flash que permite reproduzir o áudio e ver algumas anotações. Não sei o aconteceu, mas a ferramenta Livescribe Desktop associou uma página a mais neste pencast. Então, para ver exatamente as anotações realizadas durente o evento, selecione a página 2 ou 3. Para isso, basta clicar no número que indica a página (no número 1) e selecionar a página 2. Para pular o áudio para um ponto específico basta clicar em qualquer parte da anotação. Clique no play ou na seta superior para full screen Foi um excelente evento que tive a oportunidade de contribuir. Além das apresentações e demos realizadas pelo Vinicius Senger, Paulo Carlos e Caleb Mascarenhas, eu apresentei um tutorial que chamei de "Hello Arduino World" para demonstrar ao vivo uma aplicação